Sunew vai instalar filme fotovoltaico em centro de pesquisa da CAOA em GO

Data: 13/03/2019 - 12:15

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A Sunew fará uma das maiores aplicações de Filme Fotovoltaico Orgânico (OPV) do mundo em prédio do Grupo CAOA. O Centro de Pesquisas e Eficiência Energética da CAOA localizado no Distrito Agroindustrial de Anápolis (GO), vai passar a gerar a energia solar. Esse projeto com OPV se posiciona entre os 3 maiores do mundo, todos anunciados recentemente pela Sunew. O prédio CPEE está instalado no complexo da fábrica CAOA, inaugurada em 2007 com tecnologia de ponta empregada em todos os setores.

A fachada do prédio vai ganhar um novo e moderno design com a instalação de 1000 m² de vidro, no qual estarão aplicados os filmes fotovoltaicos orgânicos Sunew OPV Glass. Esse modelo de OPV é laminado no vidro e além de trazer um ar mais moderno para o prédio, também terá a imagem do logo da CAOA customizada.

O projeto trará também melhorias relacionadas ao clima e ao consumo de energia para o centro de pesquisa, uma vez que o material desenvolvido pela Sunew absorve raios infravermelhos, reduzindo a necessidade do uso do ar condicionado. De tal forma, essa solução reflete em uma economia de energia ainda maior no prédio.

Diferente das pesadas e rígidas placas de fotovoltaicas metálicas convencionais, as células fotovoltaicas orgânicas da Sunew são feitas de compostos que são dissolvidos em uma tinta que pode ser impressa em um processo semelhante ao da indústria têxtil. O resultado disso é um filme leve, flexível, semitransparente que capta a luz do sol e a transforma em energia elétrica. Sendo a tecnologia mais “verde” para geração de energia em todos os lugares, cada metro quadrado de OPV evita a emissão de 120kg de CO2 por ano.

Tiago Alves, CEO da Sunew, diz que o projeto é relevante para ambas as empresas do ponto de vista ambiental. Ele conta que a CAOA tem mais de 35 anos de história e é um dos maiores distribuidores de automóveis do país. Segundo o executivo, as empresas estão trabalhando juntas para reduzir a emissão de CO2 com soluções que refletem o estado da arte da tecnologia.

 

Fonte: CanalEnergia